segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A maleta

E lá estávamos nós novamente, eu e o França, deixando o Rio Grande do Sul. À trabalho, infelizmente, nunca à passeio. O que não significa, claro, que não aproveitaríamos a linda Lisboa; devia haver mais cidades como a capital portuguesa: cidade linda, povo agradável, comida gostosa.

- Tomaste o teu calmante? - perguntei ao França.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Rapidinha da semana #23


Hoje é o 96° dia de greve. E olha que bacana, o Ministério da Educação continua sem pressa alguma. Nossa presidenta (ai, que neologismo!) Dilma Roussef também está de braços cruzados. Enquanto isso, os alunos continuam sem estudos, os professores sem respeito, e o descaso segue em passadas largas. Se quer um belo exemplo do que é sofisma, examine a mídia e o governo tratando os professores grevistas como vagabundos (o que aliás, é mais por parte do governo, porque, sejamos sinceros, a mídia está de olho num peixe maior por aí, pois nunca fala e trata do assunto como deveria, e nos deixa meio assim, 'aquém'), colocando metade da população contra os profissionais que mais deveriam ser respeitados, talvez até os que deveriam estar no Top 10 dos mais ricos.

Mas não.

Pensamentos #1

Os números podem até ser exatos, mas não é possível que eles sejam totalmente exatos, quando em parceria com a lógica fordista e impulsiva humana. Somos acostumados a pensar em determinadas sequências por um longo período da nossa vida, e nem sempre a exatidão dos números vai satisfazer nossas deduções:

2, 4, 6, 8, ...

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Clima de mudança

Expressões e ditados populares existem aos montes, e mesmo assim eu não conheço um terço deles. O outro terço eu até já ouvi, mas nem sei o que significa, como "cor de burro quando foge". E tem aquele outro tercinho que são as expressões que a gente realmente se identifica. Aquelas que escutamos e pensamos "nossa, verdade, né?", tem alguma coisa na popularidade delas que as torna muito pessoais, parece que fomos nós mesmos quem escrevemos, em determinado momento da nossa vida, pra refletir sobre um problema particular.

Uma expressão que conheço e que soava muito clichê no meu ouvido era a tal da "nunca é tarde para mudar". Eu sempre recriminei essa frase, ficava me imaginando lendo aquele livro grosso de auto-ajuda, sentado no vaso sanitário do meu banheiro, enquanto buscava uma solução ideal para o meu estado desagradável atual. Nunca gostei de clichês, então nunca gostei da ideia de que não era tarde pra mudar alguma coisa.