quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Tédio e manuseio mental

E me recostando na cadeira, sem mais nada pra fazer, remeto-me ao tédio que persiste. Nada de novo, a mesma criatividade já desgostosa, assistir sem prestar atenção no que se passa na televisão e tentar, sem muito ânimo e sucesso, criar. O que animava já foi se animar, e eu de escanteio fiquei, apenas teclando à procura de remédios anti-monotonia.
E não muito afim de continuar sobre o tédio, eis que penso naquilo que me agrada. Fato que estou me precipitando deveras, mas gostar é assim: anormalmente cruel com quem não lhe é agradável, humanamente sensível com quem te deixa feliz. E ainda em dúvida sobre qual doce escolher, ainda me sinto no meio do caminho, receoso em escolher o doce errado e sentir um baita gosto amargo. E agora? Não sei, ainda estou a pensar, mas de uma coisa eu sei, nenhum deles é perfeito, nada é, e com eles não será diferente. A diferença está em cada dobra de perfeição que existe e se encaixa com as minhas e isso até agora, foi-se até a metade. E ao passo que me jogo de amores para um, me retraio para outro. O outro se apaixona demasiadamente e o um monopoliza. Por que acontece assim? Vida estranha, não acontece como deveria, não segue o roteiro e me vejo entre duas ondas prontas para se quebrarem em mim e ficar no meio da areia sem nada. Ainda preciso escolher e tudo ainda é muito incerto, mas uma hora hei de ser, e enquanto amargo o tamanho tédio, espero insistente, solene e minucioso cada passo que o destino me retrata.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Adoçou.

Entre quais devo escolher... O doce branco, de curvas deliciosas, tamanha sutileza da sua beleza. O doce moreno, cheio de falas, de preocupações, de alguém que realmente quer o bem. O branco se mistura no preto e a escolha se torna difícil por ser cada um belo ao seu jeito. Gosto meigo do doce branco, gosto vivaz do moreno, ter a calmaria de um momento só teu, ter a quizomba de um momento de todos.
Difícil vertente, caminho ainda impossível de se arriscar. Abandonar o um para ter o dois, tanto faz. Não. Tanto faz, não. Faz muito tanto e ainda num sei se quero tanto o branco ou se quero tanto o moreno ou se quero tanto um quanto o outro. Cada um cativou de uma maneira e certamente após os festejos eis que surgirá um doce prêmio. Queria eu poder ter os dois, lado à lado, meio à meio, o preto no branco e assim misturar a felicidade, o vivaz e o meigo em um, que é ter os dois. Acabei e não decidi, merda. Persiste a dúvida: um dia hei de escolher, mas qual doce me deixará farto primeiro? O que sobrar, satisfará? Doce escolha...

Passando, passo, passei.

Sempre um passo atrás do outro. Jeito melhor nenhum de se começar a escrever sobre a vida. O que fazer quando pensar em desistir? Um passo. Quando pensar em mudar? Dois. Quando acreditar que arriscar lhe trará a felicidade? Três, e por aí vai. Quando achar que todos os passos descompassados num passaram de meras pegadas que fácil, fácil sumirão com o tempo... tropece. Não há nada melhor que lembrar do passado com gosto do que olhar para as próprias pegadas deixadas, e o esquecimento destas não é a solução para dar mais um passo ou três. Olhe para as pegadas. O que você vê? Eu vejo tamanha reflexão, consulta, remorso e frio na espinha. Tropecei. Devia ter olhado mais antes de dar o próximo passo. Mas a vida é assim, passo a passo descompasso acelerado. Quando não mas achei que pudesse encontrar a felicidade dos passos, eis que encontrei o caminho dos passos largos, gingados. Andei quilômetros até encontrar o passo certo e lembrei de todos os tropeços ajoelhados que deixei pra trás, sem em um momento esquecer da leveza de cada um. Diferente de você, que tornou dos seus passos algo já apagado pelo mar-tempo. Seus passos são novos, seus caminhos, sim, são. E os descompassados passados que se danem, caminhe e sorria, você não está sendo filmada. Desfile com seus passos e um dia, quando tudo não passar de pegadas inglórias do seu passado, não mais serão seus passos, serão meros tropeços.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Assim caminha a humanidade... (Minha redação do ENEM 2009)

Ultimamente se tornaram comuns, quase que diárias, as notícias e mais notícias sobre os "erros de percurso" do nosso governo. Desde escândalos incabáveis à políticos ingênuos que não sabem de nada, o Brasil caminha a largos passos para o buraco. Mas... será que a população liga para tudo isso?
Se para o buraco temos passos largos de políticos despreocupados em ganhar muito em cima de nossas costas, proporcionalmente temos passos curtos e sem vontade de um povo mais despreocupado ainda, que parece não sentir o peso do fardo que carrega. Grande parte desta população carece de força de vontade para lutar pelos seus direitos, e apesar de ver um absurdo atrás do outro permanece ali, sentado no sofá de seu lar assistindo a um programa global.
Talvez por isso sejamos conhecidos pelo velho "jeitinho brasileiro"; o jeito já ultrapassado de não se preocupar com nada e achar que, num passe de mágica, tudo se resolve. Não é bem por aí. Nós, cidadãos, temos direitos que só não exercemos por desleixo, por simplesmente jogarmos tudo para debaixo do tapete. Somos um país de riquezas e oportunidades inexploradas que não são valorizadas pelo povo que não tem coragem de lutar por aquilo que querem (e podem) ter.
Os problemas estão se aglomerando, quando o que devia estar bagunçado era a consciência de todos. Devemos ter em mente que isso não é ético, quanto mais brincadeira. Precisamos ser mais nacionalistas e acabar com esses quadros-negros presentes, não só nas salas-de-aula como deveriam, mas em todos os cantos do país.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O bom e velho jeitinho

Brasileiro tem mania de querer resolver tudo do jeito mais fácil. Abandona os sonhos em troca de comodidade, as reinvidicações pra não se estressar, e abre mão do que lhe faz bem só porque não gosta muito de sujar as mãos.
O velho jeitinho do brasileiro: o jeito da malandragem, da sacanagem, de levar tudo numa boa, que te faz até pensar em ter orgulho de ouvir que alguém que toma no próprio rabo dizer que odeia politico ladrão, mas no lugar dele, certamente, faria o mesmo.
Brasileiro é bobo. Usa do velho jeitinho e não se da conta de que o mesmo é a marca registrada da ignorância de meia população, o que nos remete a marca de jeitinho do regresso.
Em tese, o jeitinho é a ginga, a maneira da pessoa se colocar diante do problema e ficar na dúvida entre o certo e o errado. Não que ele não saiba desde pequeno o que é o certo e o errado, ele só fica na dúvida em qual caminho vai se beneficiar mais. Brasileiro é burro.
O jeitinho internacional funciona, mas por que o nosso, não? Pois bem (pasmem), veja se há condição de alguém que corneta a si mesmo ter alguma condição verossímil de se desenvolver?
Alguém que acha que subornar um policial é light, ora vejam, roubar dinheiro na câmara que é feio.
É, brasileiro, seu jeitinho de quinta categoria nada mais é do que aceitar remédio ruim sem nem estar doente, mas não liga não, não é com voce né?
Sem perceber, com o bom e velho jeitinho, cortamos os próprios pulsos, e de gingado em passado, morremos aos poucos.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Por que, o que?

O que isso faz? Por que o céu é azul? Pra que serve esse botão? Por que tenho que acordar cedo? O que esse menino sujo ta fazendo deitado no chão da rua? Por que a mesa se chama mesa? Não podia ter outro nome? Falando nisso, por que me chamo Fulano? Por que o que eu sinto por essa menina é diferente? Por que eu tenho que ir pra creche? O que será que eles tão fazendo? Mãe, que que aquele moço e aquela moça tão fazendo ali?

Será que é assim? Por que as estrelas não aparecem no meu céu de manhã? Como encaixa essa pecinha? Por que ainda tenho que levantar cedo? Cade a mãe desse menino sujo aí, na rua? Por que tenho que aprender isso? Por que o nome dele é igual ao meu? Por que essa menina não repara em mim? Será que gosto dela? Por que tenho que ir pra escola? Será que eles fazem isso? Mãe, eles tão se beijando?

Será que encaixei certo? Por que as estrelas existem? Pra que serve esse manual? Por que não posso dormir mais 5 minutinhos? Cade a mãe desse muleque abandonado? Por que existem física e química? Por que o nome daquele cara é tão feio? Será que ela ta afim de mim? Porque tenho que passar pra faculdade? Será que ela ja deu pra ele?

Filha, como eu faço um desse pra mim? Será que só existem as estrelas? Pra que tanta coisa nesse aparelho? Por que não posso dormir mais que 5 horas? Cade o pai dessas crianças? Por que tenho que organizar isso? Por que meu chefe é tão chato? Será que minha mulher ficou chateada? Por que preciso ir trabalhar? Será que minha filha é virgem?

É o quê?! Fala mais alto! Por que não consigo mais ver as estrelas? Pra que tenho que usar isso? Por que não consigo levantar? Cade meu pai? Por que tem que ser desse jeito? Por que não posso mais fazer nada sozinho? Será que minha velha está bem? Por que não posso ir logo? Como será que está meu neto?

Não é em torno das respostas que giram o nosso mundo, mas sim, das perguntas. Voce cresce e as perguntas ao seu redor continuam mudando, ganhando novo sentido, novos horizontes, talvez nova dúvida sobre a mesma coisa; e quando pensa que todas elas ja foram solucionadas, surgem outras. Quando não mais houverem perguntas... cabô-se.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Tudo numa boa

Para o alto e avante, violência e coisas estranhas que acontecem na minha cidade! Já virou quase rotina o velho cidadão, trabalhador, honesto, comum no geral, acordar com uma chuva de balas não tão perdidas assim na janela de seu lar. Lar onde residem, por sinal, ele, sua esposa e seus 2 à 8 filhos.
Hoje em dia é natural ler em jornais, não mais em primeira página, que 10 pessoas foram mortas em acidente de carro, onibus, avião, quiçá carrinho de churros.
O governador acha que tudo está sob controle, enquanto o cidadão teme em abrir o basculante de seu próprio banheiro. Pra que se preocupar cidadão, o São está lá em cima, toma conta de tudo, é só ir na Igreja, trocar uma ideia e na concepção geral dos paradigmas, tudo fica bem. E só mesmo tendo fé pra tudo se resolver. Fique calmo, Harrison e Henry tem o mesmo Ford no final. Confuso não é? É essa a intenção, tudo parecer confuso, bizarro aos corações de quem sente sem mesmo ver. O paraplégico ja está de pernas pro ar e a massa não se da conta de que o mundo continua girando sem pesar.
Nada era como antes, as coisas só tendem a piorar, as profecias se realizam, os boatos aumentam, os visionários aparecem aos montes e o povo que não sabe absolutamente de nada que acontece no próprio quintal continua achando tudo muito normal.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Curioso, eu? Magina!

A curiosidade matou o gato; e provavelmente ja deve ter matado muitos outros também. Outros estudiosos que buscaram, há muito tempo, as perguntas que hoje (algumas) foram solucionadas. Pois é, quem pensa que nossa vida é feita de respostas se enganou. São as perguntas que fazem nosso mundo girar e, para existir as perguntas, nossa curiosidade é imprescindível. Ela é a chave para todos os mistérios ou para nada significante, mas querer saber por que a Terra gira ou por que aquela garota não me olha, partem da mesma imaginação.
A nossa curiosidade é como aquela palavra que voce sempre usa, mas não faz ideia de como explicar o que significa: voce sabe muito bem o que é o hoje, mas afinal o que ele significa? Afinal, que diabos de curiosidade é essa, que por tantos anos nos movimenta e nos faz pensar? É nossa vontade de querer descobrir tudo, de tentar achar respostas pra todas as perguntas que existem e que ainda nem foram inventadas. É criar paradigmas existenciais que nos levam a temas como "daonde eu vim", "para onde vou". Tudo parte da nossa audácia de saber e o tal hoje só existe porque fomos capazes de ser curiosos. Ser curioso é um dom sabia? Seja sempre assim, isso nos remete ao conhecimento, ao desenvolvimento mental. Se não temos curiosidade para sequer descobrir qual time está em primeiro na tabela, não somos nada. Precisamos das perguntas e da vontade de saber pra continuarmos existindo. Embora possamos considerar inegável o fato de nossas religiões e culturas nos influenciarem no nosso processo de formação, somente essa eterna busca chamada curiosidade pode nos levar a grandes alturas e talvez fazer-nos entender o quão longe podemos entender a grandeza do Ser.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Amor, amor, amor...

a.mor (ô) sm. 1. Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem. 2. Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro.
É incrível como uma palavra de quatro letras (o mesmo do latim e de tantas outras eras) consiga ser a grande incógnita da sociedade. Não existem significados, nem precedentes; não existe fundamento, só existe. Uma palavra que faz rir e chorar, nos alivia e nos dói. Como pode 'amor' ser algo tão forte que beira extremidades opostas em minutos? A decepção, a felicidade, o (des)contentamento instantâneo. Um sentimento tantas vezes ridículo, tantas vezes questionado. E se pararem pra perguntar, ninguém dá o mesmo significado. É como diz o dicionário ou como diz sua concepção? O amor existe, e aí? Quem pode descrevê-lo melhor que ele próprio? Que voce próprio? Só voce sabe o que o que ele é e o que ele te proporciona. Se voce o torna o sentimento mais bonito ou o confunde com o ódio, palavra contraste que se encaixa muito bem em suas dobras, e o torna ridículo, é voce quem determina. O amor é assim, diferente a todos, aos olhos de quem vê, aos olhos de quem sente. Um sentimento maravilhoso que todos podem ter, mas poucos tem coragem de usar. E quando se arrependem de tê-lo experimentado, querem logo esquecê-lo e fazer da vida uma solidão. O amor é isso, é o materno e o platônico e nos faz provar dos mais doces deletérios da vida, e quem o limita? Ninguém, ele num para de existir, ele acontece até quando não se percebe. Talvez falte em alguns, por isso a discórdia de tantos anos que assisto do alto do meu muro.
O amor pra mim e para o poeta é o ridículo da vida, não por o confundirmos com o ódio, mas porque todos procuram nele uma pureza impossível de ser encontrada. Nada contra, ele só falta acontecer em mim e me fazer acreditar que ele pode ser puro.

sábado, 20 de junho de 2009

No que foi ou no que vai ser? Depende, à direita ou à esquerda?

Diz um poema, e diga-se de passagem, muito bom, que: Se não tivesse virado à esquerda ao invés da direita, virado à direita ao invés da esquerda; se tivesse dito sim ao invés de não, dito não invés de sim... talvez o universo ao meu redor teria mudado. Não exatamente com essas palavras, mas era mais ou menos assim, por isso a falta de aspas.
É bem verdade que nos arrependemos de muitas escolhas, algumas por impulso, outras por rebeldia, talvez até vingança, mas nada que façamos vai mudar o fato de que tudo é uma metamorfose exitencial, em outros tempos "ambulante". Pensar que aquele minuto, aquele segundo, aquele agora que agorinha virou passado seria diferente se você soubesse o que aconteceria. A autocrítica e a autorreflexão fazem com que a gente aprenda com os próprios erros.
E pra você? É mais fácil pensar no que foi ou no que vai ser? O passado já passou e está aí pra quem quer ver, aprender, refletir, sentir saudade, talvez até tocar... mas e o futuro? O que pode se dizer de um futuro cheio de surpresa boa, ruim ou nenhuma, que nos fez colocar todas as nossas esperanças em forma de ficha? Mais fácil dizer que fomos revolucionários sonhadores atrevidos (com ou sem as vírgulas), maus e / ou bons, do que dizer que num futuro próximo, seremos o X e teremos o Y.
O futuro nos reserva o mistério, e as escolhas que fazemos são só escolhas que no princípio eram certas. E se não forem, nos cabe aceitar e ter a condição da mudança. O resto é resto e o que se aprende fica guardado pra que, num futuro distante, seu "eu narrante" tenha capacidade de avaliar seu "eu narrado".

Paciência

Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma 'lady' solta palavrões e berros que lembram as antigas trabalhadoras do cais'...
E o bem comportado executivo? O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar....
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma 'mala sem alça'. Aquela velha amiga uma 'alça sem mala', o emprego uma tortura, a escola uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado... Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais. Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus. A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é 'ansioso demais' onde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você? Aonde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai agüentar? Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar?
Respire... Acalme-se... O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência..

terça-feira, 16 de junho de 2009

Dia daqueles, sabe?

Amigo leitor (se é que você existe e lê a porcaria desse blog), já passou por um dia daqueles?? Não daqueles... "DAQUELES" mesmo! Pois é, hoje foi mais ou menos assim.
Bom, a minha vontade era acordar às 9:00 pra estudar. Sabe como é né, vida de vestibulando, trocar seu sono sagrado por uma horinha ou duas a mais de ciências e suas tecnologias. Infelizmente isso ficou só na vontade. Eu teria levantado às 9:00, teria mesmo... se não fosse aquele despertador com a pilha fraca. Quantas vezes você já perdeu a hora por causa de um relógio? Isso irrita cara... e hoje também não foi diferente, ainda mais porque eu acordei às 11:30, já atrasado pra escola. E aí leitor, você já se imaginou no limite da situação? Tendo 20 minutos pra fazer o que normalmente você faz em 2 horas? Eu tive que cozinhar, tomar banho, me arrumar e almoçar em um terço de hora. Se eu me atrasei? Hunf que te parece? Era pra sair de casa antes de 12:00, saí 12:40... e meu inferno astral não havia parado por aí não. Fui pro ponto pegar o ônibus o mais rápido que pude pra tentar chegar na escola em breves 15 minutos; doce ilusão. Só o ônibus, chegou já eram 13:15! Era inevitável o atraso, mas e daí? Aula de física, quem gosta de aula de física? Não me abalarei, entrarei 13:45 e assistirei o restante da aula, e pegando o ônibus 13:15 era mole chegar antes de 13:35. Ainda teria um tempinho pra relaxar e esconder a caderneta de presença e guardar a mochila dentro da mochila de alguém pra não levar carimbaço de atraso (ato estritamente feio, mas que voce também com certeza já fez). Mas (sempre esse "mas", adversidade é um tiro no ânimo, convenhamos), eu infelizmente não contava com aquela tal de lei de Murphy, e quando eu mais precisava de tempo eis que surge um puta d'um engarrafamento.
Sei lá, eu achei que tinha feito um strip na santa-ceia, tacado um porrôlho de papel higiênico na cruz e estivesse pagando pelos males de outra vida hoje. Eram 13:28 e eu num estava nem perto da escola. Se eu chegasse depois de 13:45 ia voltar pra casa e perderia o dia todo e isso incluía a aula de geografia. Ah! aula de geo. com o Paulo Victor, a aula mais foda da terça-feira. Queria ir pra escola só pra assistí-la. Felizmente consegui chegar na escola 13:43. Tinha dois minutos pra atravessar 3 ruas e passar pelo portão do colégio. Eu podia tomar um chá, fazer crochê ou imaginar o que comeria na janta, mas eu preferi sair correndo desembestadamente como uma freira fugindo de uma G Magazine pra chegar na escola. Entrei! Já estava até tramando o plano maquiavélico da caderneta e da mochila, mas (olha a porra do "mas" aí de novo) aparece a Bernadete. Pelo nome, leitor, percebe-se que num era nenhuma santa, até porque santas geralmente têm nomes bonitos e Santa Bernadete soava tão bem quanto microfonia. Ela era a coordenadora da escola e logo que me viu já foi pedindo a caderneta. Falei que ia entregar depois. Foi minha sorte (a única pelo menos). Fui corredor à fora procurando alguém que estivesse atrasado também. Encontro Jorge (esse sim! Esse sim tem nome de santo, salve São Jorge). Graças à Deus e à Jorge, escondi minha mochila dentro da dele e não tomei atraso (entenda, todo esse desespero com o atraso é porque 3 atrasos = papelzinho do inferno que teria de ser assinado pelo resposável e cá entre nós, minha mãe não sabe brincar). Subi, assisti um esporro da professora de biologia (ela parou a aula na metade, bem como todos os dias pra relinchar sobre a desgraça que é dar aula na nossa turma). Acabou; vinha a aula de geografia, aquela, que eu falei agora pouco lembra? Pois é... não teve; o indivíduo faltou. Realmente leitor, hoje não era meu dia. Fiquei lá embaixo, mofando esperando o tempo passar. De bom mesmo só o recreio, fiquei conversando com o pessoal e apertando / mordendo o braço da Vanessa... amigo, que braço bom! Não sei, é mole, bom de apertar, se pudesse ficaria o dia todo perto dela pra fazer isso (não sou do tipo que tem tesão por braços, que fique claro). O restante do dia parecia que ia ser bem normal. Só que (mudei o "mas" porque já não aguento mais essa palavra contradizendo minha felicidade), os ônibus não paravam no ponto e eu fiquei uma hora inteirinha esperando um samaritano bom parar pra eu subir. Em suma: cheguei em casa uma hora depois do que costumo chegar.
Agora em casa acho que acabaram os problemas AH NÃO, MEU TETO! Brincadeira.
Bom é isso, já teve um dia ruim assim? Se for pior, você realmente merece um prêmio, por tamanha determinação em continuar vivendo.
Vou ficando por aqui, beijos e abraços.

Aproveite bem o seu dia

Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um voo da Air France, em que a comida e a bebida tem a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico. Sem que você perceba ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou. Numa bola de fogo ou nos 4.000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. E logo tu, que tinhas acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter cosnciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso. Fim.

Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de carro, trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações em relação a aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo), dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agnda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo, talvez dois, para que isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais. Fim.

Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada para depois. Diga o que tem pra dizer, Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Dê risada de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons. Seja feliz... hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem uma lembrança. No fundo, no fundo, só existe... o hoje.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Então deixa eu dizer o que penso dessa vida:

Venho através desta dizer que já estou farto dessa vida rotineira. Não que eu tenha desistido dela, só estou cansado das coisas repetidas e sem emoção, das babaquices e caretices dessa eterna falta do que falar, como diz o poeta.
À mim não falta nada, talvez só uma parte importante. Parte que já partiu e queria que um dia voltasse e eu pudesse sorrir com estes mesmos dentes um sorriso diferente. Tenho amigos, mãe, casa, comida, comida e casa, mas por que isso não satisfaz? O que falta para que a vida faça uma curva mais acentuada e ganhe um pouco de graça, afinal?
Ninguém me dá jeito, nem eu mesmo. Já não me escuto, só o cobro o que não faço e continuo sem fazer. Se eu já não consigo, quem há de conseguir? É por isso que quero me demitir pra encontrar um outro rumo. Queria viver como criança, com olhos de quem só quer brincar, sem se preocupar com a vida e rir de tudo, achar que a morte é só um passeio demorado e que os vilões são sempre derrotados e nunca estão no poder.
Ah! como era bom ser criança... hoje em dia é muita responsabilidade pra quem tem pouca e a partida inesperada e indesejada de quem te faz bem só faz aumentar o peso da nossa cruz. É... se torna uma angústia de viver, de existir, tipicamente simbolista. Eu queria era que tudo mudasse... quer dizer, não tudo; ainda quero minha vida, meus amigos, minha familia, especialmente minha mãe. Ah mamãe, se tu soubesses o quanto eu te amo e o quanto quero te ver sorrir branco de novo... do jeito que anda ta difícil.
Pois é, agora não quero que mude nada. Deixe tudo como está São, só quero enxergar o que não escuto, ouvir o que não enxergo e compreender o improvável do meu propósito. Quero ter sonhos de um futuro solene que um dia até já tive e que faz tempo que não tenho. Imaginar mulher, esposa e filhos, emprego fixo, móvel ou o que quer que seja. Pra quem sabe querer mudar por alguén("s") me dê determinação e a vida não fique tão repetitiva e monótona, não mais do que já está. Entenda companheiro, tudo está bem, não me sinto triste, só estou cansado de fazer tudo igual e isso, meu amigo é muito diferente de ser infeliz. Ainda acho que meu melhor está pra chegar , como um bom romântico, ainda espero o bom do amor e da vida, um doce deletério... encontrar o fim do arco-íris, matar o duende vestido de preto e ficar com o pote de ouro.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Fa.cul.da.de: 1.Capacidade; 2.Escola de ensino superior; 3.Terror.

Ai finalmente consegui um tempo pra postar de novo... Não sei se voces ja passaram por isso, mas esse ano ta sendo um tanto diferente, corrido.
Sabe como é né, terceiro ano do ensino médio, estudando feito um bill pra conseguir o canudo e uma vaguinha na faculdade;
Acho que faculdade e vestibular foram as palavras que eu mais citei esse ano. Não só eu, como tambem a grande maioria dos meus amigos, tambem tem falado nisso. Até porque passar pra uma faculdade publica é um desejo nacional né?
Fico pensando com quantas pessoas vou ter que concorrer, o quanto vou ter que me dedicar... é fogo, voce pensa que a vida para pra te esperar? Ela vai embora e te deixa pra trás se voce não tiver aquela tal de resposabilidade. Eu particularmente não tenho muita, mas aprendi a lidar com dificuldades hehe. Nessas horas a gente precisa se superar, se sacrificar e ver que algumas vezes vale realmente a pena perder dias em casa fazendo aquela revisão. Hoje em dia (sempre, mas muito mais que antigamente) estudar se tornou imprescindivel. Nosso futuro está ligado a isso. Voce tem sede de que? Tem fome de que? Se sua vontade é ter, além da comida, diversão e arte, então voce precisa ter conhecimento porque chegar no ápice sem saber o hino do próprio país, só jogando futebol mesmo.
A gente precisa se esforçar e tentar ser o melhor sempre naquilo que a gente faz. Diz meu tio que não importa o que voce quer ser, o importante é que voce seja o melhor e faça a diferença naquilo que voce faz (ja falei sobre isso num post aí de baixo, mas é porque tem a ver com o assunto).
O importante mesmo é nunca desistir e que, sacrificar-se agora durante um ano que seja, vai ganhar 70 de tranquilidade. A vida é assim, feita pra quem se dedica, pra quem se esforça em buscar o que quer.
Quero fazer Desenho Industrial na faculdade. Meu sonho desde pequeno, ser desenhista e arquiteto. Claro que já pensei em outras coisas, mas as outras ideias foram muito abstratas e puta utopia. Imagina só a quantidade de gente nesse meu Brasil brasileiro que não quer fazer essa porra de D.I.? Me condeno, às vezes, de ter escolhido profissão tão concorrida, mas eu acho que consigo!
Já pensei em tanta coisa... ja quis ser geógrafo, jogador, engenheiro, oceanógrafo, arqueólogo, professor (de matemática, claro)... a questão é que eu só me decidi faz menos de um ano. Voce quer fazer o que? Se está no 3° ano então é melhor correr; se ainda faltam 1, 2 anos, relaxe, isso leva tempo mesmo. A boa pedida é fazer um teste vocacional, pra ter certeza que é isso que quer. Mas tem que ser vocacional, vocacional mesmo! Esses testes de internet ou pagos pra fazer uma listinha de perguntas são banais. Se voce quer ser veterinário e tiver uma pergunta sobre o que voce faria com um cachorrinho machucado na rua. Mesmo que voce não queira, voce vai colocar que salvaria o cachorro indefeso, porque é veterinário que voce quer ser. Vocacionais bons se fazem em meses, onde tem que pensar mais pra responder as coisas, até que se tenha ideia concreta do que seguir. É uma observação, não sei se é o certo, mas é o que penso rs.
Bom, ta ficando tarde e ja passou na hora das crianças irem pra cama, portanto vou me retirando. Fiquem com Deus e boa noite. E se beber não dirija (só pro caso de voce estar pensando em dirigir).
Abraços a todos!

Desvende essa música

O Vento - Los Hermanos

Posso ouvir o vento passar
Assistir a onda bater
Mas o estrago que faz
A vida é curta pra ver
Eu pensei, que quando eu morrer
Vou acordar para o tempo
E para o tempo parar

Um século, um mês
Três vidas e mais
Um passo pra trás
Por que será?

Vou pensar

Como pode alguem sonhar
O que é impossível saber
Não te dizer o que eu penso
Já é pensar em dizer
Isso eu vi, o vento leva
Não sei mais, sinto que é como sonhar
Que o esforço pra lembrar
É a vontade de esquecer
E isso porque diz mais

Uh... Se a gente não sabe mais
Rir um do outro, meu bem
Então o que resta é chorar
E talvez, se tem que durar
Vem, renasci do amor
Bento de lágrimas

Um século, três
Se as vidas atrás
São parte de nós
E como será?

O vento vai dizer lento o que virá
E se chover demais
A gente vai saber, claro de um trovão
Se alguém depois sorrir em paz
Só de encontrar...

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Loucura? Que loucura? =S

Quem pode determinar o que é a loucura? Quem pode dizer o que é loucura quando o mundo esta de cabeça pra baixo? Ser humano é uma máquina burra; de tamanha perfeição, se deixa levar pelo poder. O que dizer de alguém que ganhou o dom de pensar que não sabe usá-lo? Falamos tanto em aquecimento global, desigualdade social, guerras... os próprios culpados disso tudo somos nós mesmos. O que dizer de um indivíduo que reclama das ruas alagadas na chuva, mas que joga um papel de bala que, futuramente, junto com tantos outros, vai entupir o ralo que não deixaria a rua alagar? O que dizer do presidente de uma nação que defende os direitos humanos bombardear um país a procura de riquezas? O mundo está queimando quando o que devia estar pegando fogo era nossa própria consciência.
Dizia o poeta que foi ao inferno e voltou, que nossas idéias não correspondem aos fatos e é bem por aí mesmo. Fazemos coisas que não condizem com a realidade em que vivemos. Tantos ideais, tantos planos, para quê? Vejo as mesmas coisas todos os dias no jornal; o que antes era um choque para a população virou até noticia de 2ª página. Falta amor nas pessoas... andamos tão ignorantes uns com os outros que nem percebemos que estamos contaminando a si próprios com tanto rancor. Um caso que aconteceu comigo a pouco tempo: 7:30 da noite num onibus voltando pra casa; o cobrador estava fechando as janelas e pedia (com muito respeito por sinal) para que as pessoas fechassem a janela quando fossem sair para facilitar seu trabalho na chegada a garagem para que ele pudesse voltar pra casa mais cedo, talvez ficar com a família, ver televisão, que seja. Uma senhora fez um escândalo porque achava aquilo um absurdo! Fazer o trabalho de um mísero cobrador! O que tinha demais em fechar a janela pra ajudar o cara? O que está havendo com as pessoas, com o mundo? Se fossemos mais companheiros, mais simpáticos eu diria, o mundo talvez não estivesse nessa bola de neve de problemas que só cresce a cada dia que passa. Não devíamos descontar na pessoa uma coisa que ela não nos fez. Nosso dia foi ruim e só por isso temos que ser grosseiros? Mas que porra de preconceito, conheço pessoas que levam uma vida com certeza pior do que a sua (pq se vc está lendo isso é pq tem computador, então tem vida melhor que muita gente) e que andam sempre de cabeça erguida, com sorriso no rosto, sempre desejando um dia melhor que ontem e pior que amanhã. Qual o problema de rir de um problema? Todos tem solução, os que não têm provavelmente ja estão resolvidos não acha? A qestão é que todos nós temos problemas e vc não pode se deixar levar por uma raiva inacabável pq seu dia esta sendo ruim. Cá entre nós, se vc tentasse ser um pouco mais educadinho na rua e com seus amigos principalmente veria, que o dia poderia ser muito melhor... os problemas não se resolvem com cara fechada, nem com raiva de todos que passam por voce. Nunca desista de lutar! Seja sempre melhor e mais forte do que acha que pode ser! A vida lhe da oportunidades, caminhos e pedras. Escolha seu caminho, tome cuidado com as pedras e agarre as oportunidades! Voce tem um sonho? Nenhum deles é facil, senão num seria um sonho, seria só uma vontade. Hoje em dia, por falta de vontade, de sonhos e de amor, as pessoas vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido, como diria nosso excelentíssimo Dalai Lama. Seja humilde! Lute! Encare os problemas e faça deles seu manual de intruções para o futuro. Deus coloca obstáculos no nosso caminho para que possamos amadurecer de corpo e alma. Por mais dificil, faça porque gosta, por prazer de viver e dizer com a boca cheia de orgulho que voce pode (quem lembrou do "Yes, we can"?).
Mais uma vez citando versos do poeta, "o amor é o ridículo da vida; a gente procura uma pureza impossível de ser encontrada nele"; não que não haja o amor, mas ele definitivamente esta sendo menosprezado por uns, ridicularizado por outros. Eu particularmente sou contra o mal uso do verbo amar verbo forte, que num tem uma explicação correta. Porque? tente explicar o verbo amar... todos vão dar uma resposta diferente; a minha eh um sentimento de querer estar perto, acredita? Mas enquanto uns não o usam nunca, outros o usam com pessoas que conheceram fazem 5 minutos! Onde ja se viu amar, adorar, idolatrar uma pessoa que acabaste de conhecer? Só se a pessoa fosse Ele o que é vagamente improvável. Estamos fazendo tudo errado... chamamos de loucos as pessoas que tem insanidade mental, mas ja vi muitos loucos genios, loucos poetas, loucos que um dia acreditaram num ideal e foram até o fim, provando pro mundo todo que eles não eram tão loucos assim. Santos Dumont era louco? Albert Einstein era louco? Não... todos tiveram papéis importantes na ciência e um dia por incrivel que pareça foram chamados de inanos. Inventar um avião, onde ja se viu? Física, que fisica!? Talvez nos esqueçamos que há muito além disso.. antigamente nem pensavam em ter sequer um controle remoto. A ciência se desenvolveu, as pesquisas sobre a vida aumentaram, as curas para doenças incuráveis apareceram, o mundo agora está conectado graças aos www´s. E porque mesmo com tanta grandiosidade vivemos cheios de incógnitas? Porque quando parecemos ser tão inteligentes, somos burros a ponto de fuder nosso propio lar? Jogam lixo no chão da rua, mas não jogam no próprio carro, no chão de casa, pra não sujar... será que não percebes que sujas o chão da rua também? Esse eh um conceito ridiculo aderido pela sociedade. Um dia vamos nos arrepender de tudo isso.. o mundo está se voltando contra nós e até agora ninguém tomou uma medida de segurança. Continuam jogando lixo em rios, usando carro, podendo usar bicicleta... Talvez se tomássemos uma medida agora, conseguissimos ajustar o mundo. Talvez se houvesse mais amor e companheirimos nas pessoas, o mundo estivesse no lugar devido. Quem leu isso gostou da idéia, por favor, reveja seus conceitos e mude seus hábitos. Se voce ja trata do mundo como trata sua casa parabéns, se não, pelo amor de Deus né? Ja sabe ler e escrever e num sabe que é feio jogar lixo no chão? Talvez possa parecer pouco, mas se cada um que jogasse lixo no chão jogasse ele no seu respectivo lugar, teriamos toneladas e mais toneladas de sujeira no lugar devido e não aonde não deviam estar. Pensa bem e obrigado pela paciencia por ter chegado até aqui. Boa noite e fique com Deus. beijos e abraços