sexta-feira, 23 de maio de 2014

terça-feira, 9 de julho de 2013

ATENÇÃO: VAGA PARA ESTÁGIO

 
Pré-requisitos:

Pacote Office (Word, Excel, Power Point, Access);
Pacote Adobe (Illustrator, Photoshop, InDesign, Dreamweaver, After Effects, Adobe Premiere, Muse);
Final Cut Pro;
Corel Draw;
Inglês, espanhol e mandarim fluentes;
Experiência com atendimento telefônico;
Experiência com atendimento ao público;

quinta-feira, 4 de abril de 2013

O chuchu

Outro dia desses, meu avô chegou pra mim e disse assim:

- Durante toda a minha infância e adolescência, meus pais tentaram me fazer acreditar que chuchu era gostoso. Todos os dias eles ficavam fazendo uma lavagem cerebral para que eu gostasse de chuchu. Algumas vezes, inclusive, amassavam o chuchu todo e misturavam no feijão, só pra eu não ver. Mas nunca adiantava, pois eu descobria.

Eu odeio chuchu.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Produto multifuncional revolucionário

Trago-lhes, em primeira mão, um produto que vai revolucionar os mercados de multimídia e transportes! Pode anotar: esqueça tudo que você já viu até hoje de câmeras, filmadoras e coletivos!

Trata-se do novo MOTORISTA DE ÔNIBUS TEK-PIX!

sábado, 23 de março de 2013

Enquanto isso, na feirinha dos royalties...

Quem você acha que vai descascar isso aí?





(    ) O Senado;
(    ) Dilma;
(    ) O Supremo;
(    ) O Rio;
(    ) Ninguém.





Quem acertar leva um pepino pra casa!

A chuva e o futebol

Tragédia em Petrópolis: já são 35 mortos.

Em um jogo de futebol, a regra é clara. Cometeu falta dentro da área, é pênalti. Contudo, no futebol moderno, o empurra-empurra, o agarra-agarra e os outros-outros tantos já são considerados normais. Por uma razão óbvia, se o juiz marcasse pênaltis sempre que tivesse um empurrão dentro da área, teríamos um futebol com placar de basquete. Ou seja, a regra existe, mas a coisa toda funciona de uma forma mais adaptada, porque a dita regra é frágil nesse sentido.
 
No Rio de Janeiro, a regra da moda é: Choveu, o Rio sucumbe. Essa regra existe e funciona. Nao se adapta. Já virou rotina, um carma, uma situação que cada vez mais expõe a fragilidade do estado diante de um evento natural. Da penúltima vez, a vítima foi Xerém. A última, Petrópolis. E a próxima?

sexta-feira, 22 de março de 2013

Eu li, tava no site e no Twitter!

 
"O maior problema com estas frases que vemos na internet, é que nunca sabemos se elas são realmente verdadeiras." Optei por não colocar o autor, mesmo porque eu não sei quem ele é. Na verdade até tinha o nome, mas desconfio que não sejam nem o Santos Dumont, nem o Getúlio Vargas, como eu vi em algumas montagens espalhadas pelas redes sociais. Só desconfio. Não sei, não me parece que eles escreveriam algo assim. Bem, e não é a primeira vez que isto acontece, pois por muitas vezes já duvidei da veracidade de algumas citações e documentos - e até perfis -  que vira-e-mexe aparecem nas páginas que eu acesso. Imagino que aconteça o mesmo com vocês, não é?

sábado, 16 de março de 2013

O homem novo

 
"Em uma carta ainda pode cair uma lágrima, mas um e-mail nunca se fará acompanhar de emoções.", disse José Saramago. Os tempos modernos são insensíveis. Troca-se o contato, o afeto e o toque pelo touchscreen. No mundo moderno, o homem se vê livre, encurtando distâncias, fazendo viagens ao mundo sem sair do lugar. E ao mesmo tempo, se vê preso a um universo que não é real, um mundo simulado. O 'homem novo' é um comunicador em potencial, obsessivo, intenso, quase que 24h por dia conectado ao resto do globo. Ao passo que este homem novo também tornou-se um refém das próprias evoluções, limitado ao uso de meios não necessariamente reais de comunicação. Um universo criado paralelamente dentro de seu telefone que o transforma, que controla sua vida, que lhe dá outra visão: uma visão tautológica, que repete os mesmos processos durante todo o tempo.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Rapidinha da semana #24

Me ensinaram aqui no meu novo trabalho - estou na assessoria do TJ-RJ - que o importante de uma boa matéria é a sobriedade dos fatos. Nada de piadas, curiosidades sobre os casos... só fatos. Decisões segundo os autos processuais, coisas assim. Mas uma coisa não se pode negar: uma piadinha sempre cai bem. Elas acontecem, não tem jeito. Numa bela hora, acontece alguma coisa completamente inusitada, que faz a sua mente viajar em inúmeras possibilidades: "isso vai dar uma nota foda!", eu pensei. Pensei umas três, quatro vezes. Mas o jeitão sóbrio do Tribunal me impede de falar sobre isso. Então, tomei a liberdade de usar o meu blog pessoal que é bem, digamos, alcoolizado, para compartilhar com vocês algumas coisas que eu vi durante o julgamento do Beira-Mar e ninguém contou no jornal. Sério.

sábado, 9 de março de 2013

Pizza sem queijo

O Antônio chegou à pizzaria e antes mesmo de sentar-se, o garçom já estava ao seu lado para anotar o pedido.

- Fala, amigão, me traz uma brotinho de calabresa? - falou o Antônio.

- Brotinho... calabresa, né? Ok... o senhor quer beber alguma coisa? - perguntou o garçom, com o bloquinho em punho.

- Por enquanto, me traz uma água. Sem gás, tá?

- Água... sem gás, né? Ok... já venho.